A história de Tex é semelhante a muitas outras, e de tantos outros personagens, que deveriam morrer em breve, e que existiam para preencher a lacuna de edições, quando não serem somente para venda rápida, e feita a entrada de dinheiro, logo cair no limbo de publicações canceladas.
Isto não é novidade, quando vemos que o próprio Sergio Bonelli, afirmou em editoriais que a casa publicadora à época apostava em personagens mais 'rebuscados' e que recebiam melhores tratamentos, do que aquele dado ao ranger, que era feito as pressas (à noite, no pós trabalho da série ouro da editora), o que com certeza, o colocava sem melhores detalhamentos, sejam narrativos ou gráficos.
Mas nem sempre, o que se espera é o que ocorre, e vimos surgir de um personagem que atendia por Tex KILLER, e não o famoso e alterado: Tex Willer, uma enorme aceitação, e cada dia mais crescente no mercado italiano e poucos anos após aportando no Brasil, ainda no formato original: Talão de Cheque, e desde então permanece no imaginário popular nacional.
Certamente Audaz (Audace) tenha sido a trajetória do ranger, muito mais que a editora onde ele tenha nascido, que ao longo destas décadas, tem mudado, enquanto que o ex cowboy, tem se mantido inflexível em termos de mudanças.




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